“Dupla delícia! O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado”. Mário Quintana

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dica de leitura: "Fernando Pessoa - Poesias"

Fernando Pessoa - Poesias
de Fernando Pessoa


Neste livro, foram reunidas algumas das mais célebres criações do poeta em suas diversas fases e de seus heterônimos.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dica de leitura: "Conversa de poeta"

Conversa de poeta
Grandes nomes da Poesia reunidos em um único volume


Neste volume você vai conhecer poemas escritos no passado e nos dias atuais. Vai presenciar um instigante diálogo entre poetas de diferentes gerações, em versos que buscam definir as questões básicas de todos nós: a vida, a morte e o amor.

Contém poemas de: Álvares de Azavedo, Augusto dos Anjos, Castro Alves, Gregório de Matos, José Paulo Paes, Manoel de Barros, Mônica Rodrigues Costa, Murilo Mendes, Paulo Leminski, Ronald de Carvalho, Roseana Murray, Sousândrade.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dica de leitura: "Poesia reunida 1965-1999"

Poesia reunida 1965 - 1999
de Affonso Romano de Sant'Anna


Sobre a poesia de Affonso Romano de Sant'Anna

"Seu poema fala não apenas da crise de identidade nacional, e do remédio para ela, mas da crise mítico-poética-religiosa que assombra o mundo. Você dá notícia do lugar onde dormem os deuses. E o seu poema é um cântico ritual para invocá-los e acordá-los. Nessa medida, é uma festa anti-orfandade." Hélio Pellegrino

"Affonso tem uma facilidade admirável para versificar e sabe fazer frases no bom sentido, a la Eliot, como temos poucos (...) Affonso está falando conosco. Muito poucos autores falam a nossa língua, a língua de gente, do concreto de nossas vidas (...) O lado esquerdo do meu peito é um livro a se ter na biblioteca, para quem ainda acredita na vida das palavras." Paulo Francis

"Depois de Basílio da Gama, de Santa Rita Durão, de Gonçalves Dias, de Alencar, de Raul Bopp, de Cassiano Ricardo, de Mário de Andrade, de Darcy Ribeiro, Affonso Romano de Sant'Anna retoma o tema indianista e o leva a um horizonte planetário, a que nenhum de seus predecessores o levou. Seu poema é um ponto alto em nossas letras." Tristão de Athayde

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dica de leitura: "O Pequeno Príncipe me disse"

O Pequeno Príncipe me disse"
organizado por Sheila Dryzun


Cada livro fala a seu leitor de um jeito todo especial. Às vezes, quando duas pessoas falam do mesmo livro, parece que leram livros diferentes, porque cada um entendeu a mensagem de um jeito, porque cada um quis ler a mensagem de um jeito. E o que dizer quando o livro em questão é um clássico universal, desses que passaram pelas mais diversas adaptações, por leituras nas culturas mais distintas, nas épocas mais afastadas, nas situações políticas mais extremas?

Foi mais ou menos isso que passou pela cabeça de Sheila Dryzun, quando se propôs a fazer uma lista com um monte de gente bacana e mandar para cada uma dessas pessoas uma caixa, como a que o aviador desenhou, mas cujo conteúdo não fosse um carneiro, e sim um convite: um convite em forma de livro - e que delícia deve ter sido receber um exemplar de O Pequeno Príncipe! - e de uma frase, uma frase que Sheila pescou do texto de Saint-Exupéry, especialmente para que cada convidado se revelasse com a transparência de uma criança - e isso podia ser um desenho, uma foto, uma frase, um poema ou uma música. A essas colaborações, foi acrescentando um pequeno texto sobre a infância de cada um.

Não foi muita surpresa quando percebeu que cada um tinha o seu próprio principezinho na cabeça, e que ele tinha feito parte de algum momento de sua vida. Que as pessoas se deixavam emocionar com aquela história, que cada um tinha o seu próprio menino de cabelos de ouro e que cada um desses meninos falava uma coisa diferente, mas sempre em nome de um mesmo sentimento. Qual é esse sentimento? Ah, para saber isso você vai ter que ler o livro...